A ideia 3ª parte

Anúncios
Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

A ideia 2ªparte

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

A ideia 1ª parte

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

A ideia

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Contexto I

A III República portuguesa, teve inicio nas eleições de 1976, com a eleição de Mário Soares, após a estabilização politica com o governo de salvação nacional, no pós 25 de Abril.
O cidadão português, passava agora a exercer o seu pleno direito de cidadania com as primeiras eleições legislativas em 1976, 5 milhões e 400 mil portugueses exerceram o seu direito de voto. Um poder à tanto desejado que despertou um sentimento de dever por parte do cidadão e uma crença crescente por um país melhor, um país liberto, europeu e democrático.
Porém, as últimas 3 décadas, ao contrário, daquilo que se esperaria, não resultaram num desenvolvimento constante, um pouco também pela conjuntura internacional, mas em grande parte pela falta de estabilidade governamental, sujeita a pressões de interesses e aproveitamento de crises exteriores, para disputas pelo poder. O interesse partidário, supera em grande escala o interesse nacional.
A instabilidade é a grande amiga da paralisação de um estado, da incerteza nos mercados, do interregno de políticas, do descontentamento social, e principalmente para a descredibilização da classe politica.
Os gráficos seguintes representam a relação da instabilidade/estabilidade governativa e a evolução do PIB (Principal indicador do desenvolvimento de um país), na III República, desde 1974.

No gráfico 1#, embora sem os dados do pós 25 de Abril, podemos descortinar, que os períodos de maior instabilidade económica andam, por razões, muitas vezes de política externa, lado a lado com a instabilidade política.

No gráfico 2#, podemos associar os períodos de maior instabilidade política e económica a períodos de governação sem uma maioria absoluta constituída. Lendo mais detalhadamente o gráfico 2# vemos que a instabilidade politico/económica começou com a primeira maioria relativa de António Guterres, seguindo-se a maioria coligada de Durão Barroso e de Paulo Portas, passando por Santana Lopes e Paulo Portas e acabando com o governo demissionário de José Sócrates.
Assim, é com este historial político ou partidário que se inicia a primeira década do novo milénio em Portugal, um país por reformar, um país sem crença e endividado.

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Necessidade

No dia 23 de março de 2011, o cidadão português assistiu impávido, à queda do governo, com o chumbo do já famoso PAC.IV. O primeiro-ministro José Sócrates, demitiu-se, uma vez chumbada a sua estratégia de combate à crise financeira, e social que assola o país, desde os finais de 2008. O cidadão, mais não fez do que observar e comentar, sem o poder de intervir, na situação em que o país tinha mergulhado. Passam apenas seis anos após a queda de mais um governo , neste caso  o do primeiro-ministro Santana Lopes , em Novembro de 2004.

Estas sucessivas crises politicas, apenas abalam e descredibilizam, a imagem de um político honesto, competente, agente do bem na nação, dando origem a um descontentamento e sentimento de revolta social, que de certa forma prejudicam o sistema democrático semipresidencialista, onde o poder do voto, é constantemente banalizado em detrimento de interesses partidários, ideológicos e económicos (internos ou externos).

Deste modo, e com a sucessiva queda de governos, fazendo lembrar a primeira república com os seus 45 governos em 16 anos, a nossa capacidade de desenvolvimento, crescimento económico e financeiro, e principalmente o desenvolvimento social, esbarra a cada crise política.

Assim sendo, cresce uma necessidade de estabilidade política, que converge ao mesmo tempo para a cidadania plena, ou seja, para a participação ativa do cidadão nos assuntos e negócios do estado.

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário